quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ATENÇÃO! PERIGO IMINENTE

"Pois haverá tempo em que não suportarão a ...ã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias... cobiças, como que sentindo coceira nos ouvido; e  recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se à... fábulas. "(2Tm 4:3-4)
Está chegando o dia em que servir a Deus e seguir seus princípios, será uma prática muito mais desafiadora, do que já é no Brasil. Quando esta época chegar nós teremos muitas dificuldades, enfrentaremos maiores obstáculos; seremos duramente criticados com blasfêmias escancaradas; nas faculdades, nossos filhos serão ofuscados em seu entendimento, sob o pretexto de que a "Religião é o ópio da sociedade" (discurso antigo-piegas, mas que ainda engoda os menos preparados)­ quero que fique claro que sou totalmente a favor do aprendizado e da formação universitária. Chegará o dia em que nossos meninos e meninas poderão, incentivados pelo governo, retirar preservativos em "máquinas especiais" implantadas nas escolas, a título de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez "indesejada" - pasmem, incentivados por "educadores" que perderam totalmente o senso da fidelidade e da preservação da pureza sexual no casamento apenas.
Bem, há outras coisas que estamos monitorando que se afrontam o Santo Evangelho. Tempos terríveis e de apostasia, Fico triste com isso, mas não posso me esquecer de que tudo isso não foge do absoluto controle divino. Não posso me esquecer ainda, que nestes tempos terríveis, um outro efeito também virá a reboque: a purificação da igreja. O crente nominal, o que se aproximou de Cristo por interesses físicos, materiais ou por comodismo e o falso discípulo de Cristo Jesus, serão denunciados pelas suas negociatas com o mundo, no objetivo de não perderem benefícios desta sociedade que se corrompe,
Duas coisas esse pastor pede a você, que lê este artigo:
Primeiro: Faça uma análise de sua relação com este, mundo tenebroso. Uma análise séria, humilde e cuidadosa e caso chegue à conclusão que está se deixando conduzir para a degradação (que ocorre de maneira gradual e sutil), peça a Deus que o traga, novamente, para o caminho da vida eterna.
Segundo: Se nesta mesma análise séria, humilde e cuidadosa de sua relação com este mundo tenebroso, você chegar à conclusão que tudo está bem e que sua fé se mantém firme, não descanse nem confie em si mesmo. Mantenha também uma vida de oração, leitura da Bíblia c frequência em sua igreja, onde aprenderemos mais sobre as maravilhas de nosso Deus e descobriremos que estes dias difíceis, sempre foram anunciados pelos seus profetas em sua Santa Palavra. Assim, seremos consolados pela maravilhosa maneira pela qual ele nos fará mais do que vencedores.


Nátsan P. Matias

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"ESSE FILME VAI SALVAR VIDAS"


Jim Britt, roteirista do longa Para salvar uma vida, que chega este mês ao Brasil, diz que produção pode impactar o público jovem

[Matéria originalmente publicada na Revista Cristianismo Hoje: http://cristianismohoje.com.br/ch/salvar-vidas/]
Exibido com sucesso em mais de 400 cidades americanas, Para salvar uma vida chega agora em agosto ao Brasil com chance de chamar a atenção do público e da crítica também por aqui. Dirigido por Brian Baugh, o drama tem uma história que gira em torno do adolescente Jake Talor, um estudante bem sucedido em tudo: descolado, inteligente e próspero, ele é um dos mais populares alunos do colégio. Bem diferente dele é seu amigo de infância, Roger Dawson, que, negro e pobre, vive sendo espezinhado pelos colegas. Excluído de festas e das rodinhas de amigos, ele, humilhado, não vê alternativa senão tirar a própria vida.
A partir daí, Jake passa a viver perturbado pelo remorso e pela culpa. Como, vivendo em seu “mundo perfeito”, não fora capaz de perceber o drama do colega antes de impedir a tragédia? Refletindo sobre os próprios valores, ele então conhece outro rapaz, com perfil bem semelhante ao de Dawson, e enxerga a possibilidade de agir de forma diferente. Mas, como conciliar a atitude correta com tudo aquilo que conquistou? O filme mostra os conflitos internos de alguém que, como disse o apóstolo Paulo, nem sempre é capaz de fazer o que sabe ser certo. E o jovem chega à conclusão de que vale a pena pagar o preço.
Para salvar uma vida aborda suicídio, depressão, autoflagelação, isolamento, desprendimento e outros assuntos trabalhados normalmente por assistentes sociais em prol de jovens e adolescentes. Mas fica a seguinte pergunta: mesmo com tom sério, o drama tem conteúdo cristão. Conseguirá chamar a atenção de adolescentes e do público em geral? O roteirista Jim Britt fala de suas motivações e expectativas com relação ao trabalho:
CRISTIANISMO HOJE – Qual foi a sua formação em artes cinematográficas e de que forma ela o auxilia em seu ministério?
JIM BRITT – Sou especializado em cinema por uma universidade localizada em La Mirada, na Califórnia. No verão, antes de meu último ano de faculdade, fui convidado a trabalhar com alunos de ensino médio numa igreja. Naquele verão, trabalhei 80 horas por semana – e adorei tudo aquilo! Terminei minha especialização já sabendo que trabalharia em tempo integral no ministério com jovens. Na verdade, queria dedicar a vida aos adolescentes. Há mais ou menos três anos, procuraram-me com a ideia de escrever esse roteiro; percebi então que poderia usar tudo que aprendi para algo realmente útil. Muitas das histórias no filme são baseadas na vida real dos alunos com os quais eu trabalhei e os desafios que eles enfrentaram.
O que o motivou a escrever o roteiro de Para salvar uma vida?
Antes de mais nada, convém lembrar que, ao contrário do que geralmente acontece, o livro veio depois do filme. O que me fez escrever o roteiro foi a grande possibilidade de estar dia a dia conversando com jovens acerca de seus problemas. Praticamente tudo que foi abordado no roteiro e no livro é o que vejo acontecendo na vida de jovens e adolescentes com quem trabalho. A história realmente veio para levar esperança a jovens e adolescentes feridos, e também, para transformá-los em mensageiros da esperança. O meu desejo é passar uma mensagem aos feridos e solitários. Nós podemos salvar vidas!
A maioria dos filmes destinados ao público adolescente trata de temas como ação, terror, comédia ou sexo. Como você acha que será a reação deste público a Para salvar uma vida?
Sim, é verdade que não existem muitos dramas voltados para o público adolescente. Aliás, acho que é por isso que eles responderam ao filme de forma tão positiva. O filme não esclarece a dor deles, mas lida com ela de forma autêntica. Acho que costumamos subestimar demais os adolescentes, mas esse filme verdadeiramente crê numa geração capaz de mudar o mundo, e os impele a passar esta mensagem adiante. Nossa intenção não era apenas a de produzir um filme, mas de contar bem uma história, buscando um novo mover. Acredito que o sucesso de Para salvar uma vida não irá se basear somente nos números de bilheteria, mas sim, no número de vidas salvas e de pessoas tocadas através dele.
Como evitar os clichês numa produção desse tipo?
Uma das coisas que levam as pessoas a reagir positivamente ao filme é que ele não pretende impor nada ao espectador. Para salvar uma vida é realmente a história de um aluno que passa a viver uma vida muito além da simples busca por sucesso e popularidade, valores tão caros aos adolescentes, mas procura o verdadeiro significado da vida. Acho que, ao invés de se fazer séries com atores e atrizes, deveríamos fazê-las com pessoas que trabalham com os jovens. Com base na minha experiência com os assistentes sociais locais, vejo que estes atores sociais estão entre as pessoas mais trabalhadoras, carinhosas e dedicadas que já conheci. Como educador, considero os assistentes sociais como parceiros com quem me uno para ajudar a próxima geração. Na semana passada, fui a uma reunião com dois assistentes sociais para ajudar um aluno com dificuldades em meu grupo jovem. Fiquei muito surpreso e espero que esse filme seja incrivelmente inspirador, lembrando a esses profissionais o quão importante é o trabalho deles. Todos nós precisamos trabalhar em equipe para trazer esperança a nossos semelhantes.
Você está trabalhando em outro projeto no momento?
Sim, claro. Não posso falar muito sobre o próximo projeto, somente que o nosso próximo filme impulsionará os jovens a achar uma casa para cada criança de rua na África.  Estou tão empolgado com isso que é até difícil pegar no sono à noite

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O TRAUMA DAS GRANDES CIDADES

“Sem que cheguemos a percebê-lo com inteira nitidez, os meios tecnológicos que estão à nossa volta alteram as condições que vivemos. Hoje há muita pressa, voracidade e agitação. As cidades que habitamos se beneficiam de modernos projetos urbanísticos; todavia elas se tornam ao mesmo tempo mais sofisticadas e mais intranqüilas, com irrupção mal contida da violência. À beira da exaustão nervosa, estressados com tantas preocupações cotidianas, vamos buscar refúgio em maiores estímulos (visuais, sonoros) e em prazeres intensos.”  Aluizio Ramos Trinta