quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ESTUDIO DO SPBC SERÁ FERRAMENTA PARA ALUNOS E APOIO A PASTORES DA REGIÃO

Já está em uso o Estúdio de áudio SPBC. O projeto pioneiro nos seminários
presbiterianos do Brasil será uma ferramenta para incentivar os alunos do
SPBC no uso dos meios de comunicação disponíveis, bem como para apoiar
pastores e igrejas do Sínodo Brasil Central, que tenham interesse em
melhorar sua penetração nos meios de comunicação. Em breve o estúdio de
vídeo será inaugurado. Apareçam para visitar e fazer uso desta importante
ferramenta.

sábado, 27 de agosto de 2011

EVANGÉLICOS NA TV

Descrição:
http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/punk%20TV%2005.jpg
Hoje, pela manhã [15 fevereiro 2009], tive uma grata surpresa. Assisti um
bom programa evangélico na TV. A produção era da Igreja Metodista do Rio de
Janeiro. O programa foi curto, mas mostrou as obras sociais da Igreja,
pregação e música gospel. Tudo bem que não era de uma qualidade excepcional,
mas ao ver algo apenas correto já é alguma coisa em meio a mediocridade que
impera na mídia evangélica televisiva. Em nenhum momento foram feitos
intermináveis apelos por dinheiro, apenas no final foi colocada a conta para
quem quisesse contribuir, mas tudo bem discreto e sem exageros.

Quando a Rede Boas Novas, ligada a Assembleia de Deus, começou a
operar aqui no Rio de Janeiro, fiquei com uma boa expectativa. A emissora é
ligada a uma boa igreja. Realmente há algumas entrevistas e programas
interessantes, mas o fato de abrir espaço para nomes como Pr. Valdomiro
Santiago e Pr. Jorge Tadeu já me deixou com uma pulga atrás da orelha. O
primeiro explora de forma bem popularesca os milagres, e o último é um dos
grandes anunciadores do evangelho da prosperidade.

Por que me incomoda a baixa qualidade dos programas evangélicos na
TV? Porque eles se colocam como representantes do evangelho de Jesus Cristo.
A sociedade julga as igrejas evangélicas brasileiras pelo que vê na TV.
Desta maneira fica difícil demonstrar que há igrejas sérias que não exploram
a fé dos mais simples. Quando falamos sobre isso, logo as pessoas apontam
para o que assistem na TV. Os programas evangélicos na TV acabam contribuir
para ridicularizar o evangelho.

O que é que vemos na TV?

· O circo de milagres do Pr. Valdomiro Santiago;

· O sincretismo populista e oportunista da Igreja Universal;

· O evangelho da prosperidade travestido de bom moço na pele do R.R.
Soares;

· A histeria e o comércio do Pr. Silas Malafaia;

· A macumba evangélica do Reverendo João Batista ("A Verdade na TV").

A lista é bem maior do que está acima. Recentemente eu vi um
programa chamado "O Amanhã Hoje", onde um pastor falava do final dos templos
à luz do livro de Ester! Ester representava a Igreja, Mardoqueu Israel, Hamã
o Papa e a Igreja Católica e assim por diante. Não consegui assistir até o
final, era muita interpretação forçada para tão pouco tempo de programa. Já
há algum tempo vi também um outro intérprete insandecido que provava que o
anti-cristo seria um homossexual com base no livro de Daniel!

Onde iremos chegar? Será que o caminho é deixar de usar o rótulo de
"evangélico" por estar associado a tantas loucuras? Já pensei nesta solução.
Por enquanto creio que o melhor que eu faço é simplesmente ignorar estes
progamas e partir para a leitura pura e simples dos Evangelhos e para a
prática do amor cristão. Que Deus tenha misericórdia de nós.

Luis Carlos Batista

Fonte: A fé em busca de entendimento - Por Amenidades da Cristandade

Publicado originalmente em:
http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/2009/02/os-evangelicos-na-tv.htm
l

OS EVANGÉLICOS NA TV
<http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/2009/02/os-evangelicos-na-tv.ht
ml
>

Por Luís Carlos Batista


Descrição:
http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/punk%20TV%2005.jpg
Hoje, pela manhã [15 fevereiro 2009], tive uma grata supresa.
Assisti um bom programa evagélico na TV. A produção era da Igreja Metodista
do Rio de Janeiro. O programa foi curto, mas mostrou as obras sociais da
Igreja, pregação e música gospel
<http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/2009/02/os-evangelicos-na-tv.ht
ml
> . Tudo bem que não era de uma qualidade excepcional, mas ao ver algo
apenas correto já é alguma coisa em meio a mediocridade que impera na mídia
evangélica televisiva. Em nenhum momento foram feitos intermináveis apelos
por dinheiro, apenas no final foi colocada a conta para quem quisesse
contribuir, mas tudo bem discreto e sem exageros.
Quando a Rede Boas Novas, ligada a Assembléia de Deus, começou a
operar aqui no Rio de Janeiro, fiquei com uma boa expectativa. A emissora é
ligada a uma boa igreja. Realmente há algumas entrevistas
<http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/2009/02/os-evangelicos-na-tv.ht
ml
> e programas interessantes, mas o fato de abrir espaço para nomes como
Pr. Valdomiro Santiago e Pr. Jorge Tadeu já me deixou com uma pulga atrás da
orelha. O primeiro explora de forma bem popularesca os milagres, e o último
é um dos grandes anunciadores do evangelho da prosperidade.
Por que me incomoda a baixa qualidade dos programas evangélicos
<http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/2009/02/os-evangelicos-na-tv.ht
ml
> na TV? Porque eles se colocam como representantes do evangelho de Jesus
Cristo. A sociedade julga as igrejas evangélicas brasileiras pelo que vê na
TV. Desta maneira fica difícil demonstrar que há igrejas sérias que não
exploram a fé dos mais simples. Quando falamos sobre isso, logo as pessoas
apontam para o que assistem na TV. Os programas evangélicos na TV acabam
contribuir para a ridicularização do evangelho.
O que é que vemos na TV?
- O circo de milagres
<http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/2009/02/os-evangelicos-na-tv.ht
ml
> do Pr. Valdomiro Santiago;
- O sincretismo populista e oportunista da Igreja Universal;
- O evangelho da prosperidade travestido de bom moço na pele do R.R. Soares;
- A histeria e o comércio do Pr. Silas Malafaia;
- A macumba evangélica do Reverendo João Batista ("A Verdade na TV").
A lista é bem maior do que está acima. Recentemente eu vi um
programa chamado "O Amanhã Hoje", onde um pastor falava do final dos templos
à luz do livro de Ester! Ester representava a Igreja, Mardoqueu Israel, Hamã
o Papa e a Igreja Católica e assim por diante. Não consegui assistir até o
final, era muita interpretação forçada para tão pouco tempo de programa. Já
há algum tempo vi também um outro intérprete insandecido que provava que o
anti-cristo seria um homossexual com base no livro de Daniel!
Onde iremos chegar? Será que o caminho é deixar de usar o rótulo de
"evangélico" por estar associado a tantas loucuras? Já pensei nesta solução.
Por enquanto creio que o melhor que eu faço é simplesmente ignorar estes
progamas e partir para a leitura pura e simples dos Evangelhos e para a
prática do amor cristão. Que Deus tenha misericórdia de nós.

Fonte: A fé em busca de entendimento <http://hojeteologia.blogspot.com/> -
Por Amenidades da Cristandade <http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/>


Publicado originalmente em:
http://amenidadesdacristandade.blogspot.com/2009/02/os-evangelicos-na-tv.htm
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terça-feira, 17 de maio de 2011

HOMOFOBIA, UM ESCLARECIMENTO NECESSÁRIO

    "Esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais"A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
    Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
    Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?
    Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
    Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).

Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 14 de maio de 2011

BRASIL: JUSTIÇA LEGALIZA IMORALIDADE

       Em um país onde o Poder Legislativo é o que menos legisla, mas sim o Poder Executivo através de Medidas Provisórias ou o Poder Judiciário através das suas “interpretações” (este último sem ter sido eleito pelo povo, nem passível de perante ele responder), o Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade dos seus membros, resolveu estender aos homossexuais o instituto das “uniões estáveis”, sem qualquer embasamento nos dispositivos expressos da Constituição Federal ou do Código Civil, mas tendo por base argumentos filosóficos emanados da ideologia secularista que está a destruir a base da civilização ocidental plasmada pelo Cristianismo.         Mais uma vez é o aparelho do Estado indo de encontro à Nação, sua História, sua Cultura e seus Valores. A imoralidade do homossexualismo – nítido desvio de conduta e enfermidade emocional e espiritual – sempre rejeitada pela Nação, não por preconceitos, mas por conceitos que geram preceitos, recebeu o manto da legalidade, com o objetivo de reforçar a sua legitimidade. A imoralidade foi legalizada. O pecado foi legalizado. A minoria organizada do lobby GLSTB comemora seu momento de “vitória” contra a família. O Brasil se junta aos 10% dos "países vanguardistas" onde se aprovou tal instituto ou o do próprio “casamento”. O Brasil está de luto. A dignidade da pessoa humana e as leis vigentes isonômicas já eram mais do que suficientes para o exercício da cidadania, o bom funcionamento do Estado Democrático de Direito e a busca do Bem-Comum. O próximo passo será a criminalização dos heterossexuais que não admitem a normalidade do homossexualismo, o atentado à liberdade de expressão e da liberdade de religião, com a PLC 122, ora no Senado da República.
        A mídia já vinha, há muito tempo, manipulando a opinião pública, em uma autêntica lavagem cerebral, para quebrar as resistências, e “reeducar” a nação. Os Ministérios Federais, como o da Educação e dos Direitos Humanos também estão a gastar o dinheiro do contribuinte para promover a pederastia.
        Os argumentos levantados pelos doutos ministros no dia de hoje devem ser levados às suas consequências lógicas, legalizando as outras “minorias discriminadas”, como os pedófilos e outros tantos ófilos.
        Os cidadãos brasileiros de convicções morais baseadas nos valores da fé revelada e nos valores sempre afirmados por nossa Pátria continuarão, com convicção e coragem, a expressar a sua mais veemente condenação a esse momento lamentável, que deslustrou a mais alta corte de justiça do País. Continuarão a pregar a mensagem de perdão de Deus a todos os pecadores e a todos os pecados (e não a promover marchas de orgulho do pecado), bem como a mensagem de arrependimento e de mudança de vida, de libertação das opressões e dos desvios, que ferem a santidade de Deus e o seu projeto para a humanidade. Continuarão a apoiar os que hoje optam pelo comportamento homoerótico e que desejam dele ser curados, bem como aos heróicos terapeutas que se arriscam diante da intolerância das novas manifestações de totalitarismo. Bem nos ensina o apóstolo Pedro que “antes importa obedecer a Deus do que aos homens”, e seguindo o exemplo de Martin Luther King Jr, nos cabe a resistência pacífica (não passiva) e não violenta, a desobediência civil. Nesse momento que vozes proféticas se levantem, pois o respeito ao Poder Judiciário não passa por sua infalibilidade nem pela impossibilidade de dele se discordar e apontar para os seus equívocos, que prejudicam a Nação, e que um dia serão julgados tanto por Deus, quanto pela História.
        Ache o aparelho do Estado o que achar, decida o que decidir, nossas Igrejas continuarão a afirmar que Deus criou uma humanidade de machos e fêmeas, que ordenou que o homem se unisse à mulher, e que condena vigorosamente a sodomia.
       As consequências do que hoje decidiu na esfera do Estado não atingem a vida interna da Igreja e do Povo de Deus. Continuaremos a afirmar o que a herança judaico-cristã-islâmica tem ensinado por cinco mil anos. Continuaremos a respeitar a memória dos nossos antepassados e a honrar os valores dos nossos costumes e das nossas crenças.
        Oremos pelas autoridades da República, para que cessem de fazer o mal e promovam o bem!

Mogi das Cruzes (SP), 05 de maio de 2011,

Anno Domini.

+Dom Robinson Cavalcanti, ose
Bispo Diocesano
Secretaria Episcopal
Diocese do Recife - Comunhão Anglicana
Visite nossa página: www.dar.org.br
Se a cruz não for o centro da nossa religião, a nossa religião não é a de Jesus" (Rev. John Stott)

sábado, 30 de abril de 2011

AVE MARIA

Outro dia na mesa de um restaurante ouvi a seguinte pergunta: Ricardo (na verdade fui chamado por um apelido carinhoso. Apelido esse que somente essa tia e sua filha podem usar. rsrsrs – censurado) o que vocês (protestantes) pensam sobre Maria?
Sabe quando alguém faz uma pergunta e você agradece a Deus pelo privilégio de poder respondê-la? Então, foi assim que me senti naquele momento. Alguns dias antes eu havia comentado com Drika que escreveria sobre esse assunto. Tinha agora a oportunidade de “testar” meu texto e isso enquanto degustava um bom churrasco em companhia de pessoas que amo.
Disse exatamente o que penso. Nada mais do que a Bíblia diz sobre essa serva abençoada do Senhor. Maria foi sem dúvida alguma uma jovem (adolescente) muito dependente do Deus de sua vida. Demonstrou confiança, humildade, mansidão e submissão. Por tudo isso, é sim um dos maiores ícones da fé cristã.  
O anjo vai ao seu encontro e em uma frase que já diz muito, mas muito mesmo sobre quem é essa moça: Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo! (Lucas 1.28). Nossa que afirmação magnífica! Imagine-se no lugar dessa garota de aproximadamente 16 a 20 anos. Ela acabara de ouvir que deveria alegrar-se, pois era cheia do favor não merecido de Deus e que Ele mesmo era com ela. A menina judia mal sabia que a graça do Senhor sobre sua vida a faria meio pelo qual o Salvador, o Rei dos reis tornar-se-ia homem (Lucas 1.30).
A menina teve medo, mas logo recebeu do anjo palavras que certamente começaram a encher seu coração de paz.  Ela seria instrumento pelo qual o Filho do Altíssimo, o herdeiro do trono de Davi tomaria forma humana (Lucas 1.31,32). Mas o que é fantástico ao ler sobre o encontro do anjo com Maria é o relato de sua resposta: “Eis aqui a escrava do Senhor. Aconteça comigo segundo tua palavra”. (Lucas 1.38). Que dependência, disponibilidade! A jovem estava colocando em risco todos os seus sonhos ao lado de José – afinal de contas como explicar a gravidez quando ainda não “conhecia” homem algum? Como dizer para seu futuro marido, que não o traiu, mas que carregava no ventre uma criança? - O QUE VOCÊ FARIA NO LUGAR DELA?
Pois bem, penso de Maria exatamente o que Bíblia me diz sobre ela.  E sinceramente, vejo duas “marias” sendo propagadas por aí e ambas não refletem a humilde serva do Senhor. A primeira é vista, aclamada e venerada como co-Redentora, uma espécie de quarta pessoa da divindade. Tem poderes de intercessora, pode fazer milagres, é tão ou em alguns momentos, mais importante que o próprio Filho. Essa Maria em nada se compara a jovem humilde, escrava, dependente da graça. Ela é sofisticada, pomposa, tem vários dias de comemoração especial. É adorada (venerada como alguns dizem – significa a mesma coisa) em diversos santuários, tem músicas especiais e ainda tem direito a frases que a colocam em papel imprescindível para a fé cristã. Você nunca leu TUDO COM JESUS. NADA SEM MARIA?
Pois bem, essa não pode ser a Maria da Escritura. Não é a moça que cantou: “Minha alma engrandece o SENHOR e rejubila meu espírito em DEUS, MEU SALVADOR, porque olhou para a humildade de sua SERVA. Eis que desde agora me chamarão FELIZ todas as gerações, porque grandes coisas fez em mim o PODEROSO cujo nome é SANTO. Sua misericórdia passa de geração em geração para os que o temem.” (Lucas 1. 46-50).
A Maria da Bíblia jamais quereria ser adorada, pois é uma adoradora. Em momento algum requereria o título de RAINHA, pois se submeteu ao privilégio de ser ESCRAVA DA GRAÇA sob a mão do PODEROSO. Essa FELIZ serva do Senhor não precisa ser tida como virgem eternamente para ter meu respeito e até gratidão. A Escritura registra que ela teve a BÊNÇÃO DE SER MÃE DE OUTROS FILHOS ALÉM DE JESUS (por favor, leia na sua Bíblia o evangelho de Marcos 6. 1-3). A Jovem mãe do Jesus não foi concebida sem pecado (apenas Jesus foi – se houvesse nascido sem pecado seria uma deusa e a Bíblia não a trata como tal). Ela também não teve seu corpo elevado ao céu (a Bíblia não diz a forma como ela morreu, mas se houvesse tido tão importante destino certamente haveria registro).
Há uma segunda “Maria” bastante difundida. Uma mulher sem virtudes, sem respeito, sem reconhecimento. Essa é “maria” dos evangélicos. Ela surge como uma espécie de resposta à primeira. REPOSTA MUITO MAL DADA, DIGA-SE DE PASSAGEM. 
Deixar de reconhecer quem foi o essa mulher extraordinária é não é ser fiel a Bíblia.  Os “crentes” são especialistas em exaltar servas fantásticas como Sara, Rebeca, Raabe e tantas outras. Isso é muito bom. Mas Maria, a moça dependente do Senhor é posta de lado. E não vejo dentre servas e servos de Deus, ninguém que como Maria, tenha evidenciado de forma tão prática o que é submissão ao Senhor.
Maria era sim uma mulher simples, falível, pecadora. Mas foi sim fundamental na execução dos planos de Deus para a vida daqueles que seriam salvos por meio de Cristo. O Senhor Deus quis dá a esta humilde serva o privilégio de ser instrumento nas mãos d´Ele para execução dos Seus planos. Assim é que deve ser vista, como um exemplo de cristianismo prático. Mas não como uma “deusa” nem, como uma qualquer, sem papel no Reino de Deus.
      Quero muito ser pai de uma menina. E quando minha pequena nascer quero ensinar-lhe a viver olhando os grandes nomes da fé e aprendendo deles. Maria a menina corajosa e humilde de Israel é sem dúvida o maior exemplo de serva de Deus que um pai pode querer ensinar para sua filha.
    Enfim, rejeito as duas “marias”, mas deleito-me pelo privilégio de ser irmão pelos laços da Cruz da verdadeira Maria, a Maria da Bíblia a Maria que exalta ao que tem que ser exaltado.
    Que o Deus de Maria nos cuide!
   Um abraço carinhoso,
   Pr. Ricardo "Caco" Pereira. 
   PS.: Todos os textos bíblicos citados foram retirados da Bíblia Sagrada co-edição VOZES E SANTUÁRIO (Versão Católica). 
Publicado originalmente em:  http://ortopraxia.blogspot.com/2011/03/ave-maria.html  

sábado, 19 de março de 2011

MESTRE! O MAR SE REVOLTA, AO VIVO.

“E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?” (Mateus 8:27 RA)

          Nos últimos dias testemunhamos uma catástrofe no Japão. O drama se tornou ainda maior porque, neste século, somos testemunhas oculares em tempo real, por conta da tecnologia disponível, de todos os eventos que ocorrem no planeta. Anos atrás, isso não era possível. O que acontecia demorava alguns dias, senão meses, para que todas as dimensões dos acontecimentos fossem realmente conhecidas. Hoje não! Somos informados "on-line", em tempo real. O que fazer com todas essas informações que chegam, ao vivo e a cores, em nossas casas? Algumas reações são óbvias: susto, consternação, espanto, medo, insegurança, preocupação com nossa própria segurança. Alguns perguntam: "Será que isso virá até aqui?" Não! Não virá. Está muito distante de nós. Podemos seguir com a nossa vida tranquila. Será mesmo? Eu acho que não! Mas antes de se preocupar, pensando que estou dizendo para você por sua máscara e roupa antirradiação (coisa que nem temos mesmo), saiba que não estou falando neste aspecto. Falo no que diz respeito ao efeito de tudo isso quanto às questões espirituais que certamente devem nos tirar da frieza, da negligência, que nos priva de afetos e compaixão. Depois de vermos o mar - e a terra, se revoltando, ao vivo e a cores, eu continuo afirmando: Não!   Não podemos seguir tranquilamente nossas vidas, porque devemos orar com a mesma sensação de quem sofreu o desastre. Não podemos seguir em frente com aquela tranquilidade, que beira a inconsciência mórbida, que nos transforma em seres frios, sem empatia. Ou seja, sem um estado de espírito no qual uma pessoa se identifica com outra, presumindo sentir o que esta está sentindo.
Seres humanos, criados por Deus, assim como nós, estão sofrendo  todo tipo de angustia que o desastre trouxe as suas realidades. Oremos por eles. Corramos para Jesus, em oração, pelas crianças, jovens, adultos e idosos que sofrem. Que Deus Salve o Japão!
(Rev. Nátsan Matias - Março/2011)

AINDA NÃO É O FIM!


“E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis,
porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim”. Mt. 24.6
Para milhares de japoneses 11 de março de 2011, uma sexta-feira, pareceu ser o
fim do mundo. Prédios balançavam, casas desmoronavam, estradas eram rasgadas como
se fossem pedaços de um tecido velho, carros e barcos eram levados pelas águas como
se fossem leves brinquedos, vagões descarrilados tombavam. Foi o pior terremoto da
história do Japão, mesmo não o sendo em número de vítimas fatais.
Ocorrência de terremotos é um dos sinais apontados por Jesus como prenúncio
do fim dos tempos e, consequentemente, do seu retorno triunfal. Os outros são: guerras,
rumores de guerra, fome, traição, ódio, multiplicação da iniqüidade e esfriamento do
amor, perseguição e morte dos seus discípulos por causa do seu nome, falsos profetas e
também falsos cristos. Palavras de Jesus que foram fiel e devidamente registradas pelos
evangelistas – Mateus, Marcos e Lucas (Mt. 24:3-14; Mc. 13:3-13; Lc. 21:7-19).
Jesus, ao falar desse assunto no monte das Oliveiras, respondia à indagação
particular de quatro dos seus discípulos – Pedro, Tiago, João e André – sobre quando
sucederiam as coisas por ele anunciadas; entre elas a destruição do templo. Parece
razoável e compreensível o interesse dos discípulos; afinal, ninguém melhor do que
Jesus poderia responder com propriedade aquela preocupação. Aqueles discípulos não
viveriam o bastante para testemunhar o cumprimento das palavras do Mestre, mas a
atual geração pode notar que, a cada dia, a resposta dada por Jesus se mostra mais clara
e mais fiel. O que Cristo ensinou sobre o fim dos tempos vem se delineando, através dos
acontecimentos históricos, de maneira absolutamente fiel e consistente. Não temos
motivos para colocar em dúvida o que ele ensinou aos seus discípulos naquele momento
do seu ministério terreno.
É verdade que uma considerável parcela da população global não vê nenhuma
relação entre os acontecimentos atuais e os ensinos de Jesus. Permanece cética em
relação ao que a Bíblia ensina; e deliberadamente fecha os olhos ante as evidências dos
fatos e simetria com as profecias da Escritura. As gerações futuras, infelizmente,
continuarão com a mesma postura; enquanto os acontecimentos na terra vão se
desdobrando tal como o Senhor previu que ocorreriam.
A realidade dos fatos impõe a igreja de hoje dois grandes e inadiáveis desafios.
Primeiro o de intensificarmos a vigilância em oração para que a igreja não seja
surpreendida como as cinco virgens néscias da parábola das dez virgens, registrada por
Mateus no capítulo 25 do Evangelho. O segundo é o de intensificarmos o trabalho de
pregação e testemunho do santo Evangelho de Jesus Cristo, pois como ele mesmo
afirmou: “os campos já branquejam para a ceifa” (Jo. 4.35).
Ainda não é o fim. Mas tão certo como o sol nasce todas as manhãs, ele virá.
Virá o fim e virá o Senhor para estabelecer para sempre o seu reino. Cumprida a sua
Palavra, não haverá mais guerras, terremotos, maremotos, tsunames...nem mortos.
Uma boa semana!
Rev. Tércio Rocha

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Facebook já destruiu 28 milhões de casamentos

A maior rede social do Mundo já provocou cerca de 28 milhões de divórcios, segundo um estudo realizado por advogados britânicos.

O Facebook está a ser responsabilizado pelo aumento do número de divórcios na Grã-Bretanha devido a conversas ‘paralelas’ que os utilizadores têm com os seus contactos.

O fenómeno já está, inclusive, a ser estudado por especialista que pretendem investigar o efeito das redes sociais na vida das pessoas, nomeadamente o Facebook.

Segundo um estudo realizado por um grupo de advogados britânicos, «mais de 20 por cento dos pedidos de divórcio, o que equivale a 28 milhões, fazem referência à rede social».

“A razão mais apontada é a proliferação de conversas inadequados, de teor sexual, com pessoas com quem os utilizadores não as deveriam ter”, disse Mark Keenan, director-geral do Divórcio-Online.

Extradido de www.genizahvirtual.com/2011/01/facebook-ja-destruiu-28-milhoes-de.html#ixzz1CFBZL8Zl

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Jovens preferem elogios a sexo, diz estudo

Bernd Debusmann Jr.

Segundo um estudo realizado em Nova York, os jovens anseiam mais por incentivos à sua autoestima que por sexo ou dinheiro. Pesquisadores da Universidade Estadual do Ohio e do Laboratório Nacional Brookhaven, de Upton, Nova York, descobriram que estudantes universitários valorizam coisas como receber elogios ou sair-se bem em uma prova mais que atividades prazerosas como sexo, receber um salário, encontrar-se com um amigo ou comer sua comida favorita.
Brad Bushman, professor de comunicações e psicologia na Universidade Estadual do Ohio, disse que a descoberta deve lançar um alerta sobre o papel da autoestima na sociedade. "Não seria correto dizer que os participantes do estudo são dependentes da autoestima", disse Bushman, que comandou a equipe responsável pela pesquisa. "Mas estavam mais perto de serem dependentes de autoestima do que de qualquer outra atividade que estudamos."
Bushman disse que os resultados deixaram ele e sua equipe chocados. "Escolhemos propositalmente coisas que pensamos que os universitários adoram. A maioria dos participantes tinha por volta de 19 anos. Os universitários adoram beber e adoram sexo. Eles são pobres; gostam muito de dinheiro e de receber um salário." Mas, de acordo com o estudo, as experiências que reforçaram a autoestima dos estudantes foram consideradas melhores que todas as outras recompensas.
Bushman disse que os resultados do estudo, publicados online pelo Journal of Personality, sugerem que muitos jovens talvez sejam demasiado focados em reforçar sua autoestima. "Acho que as pessoas estão procurando uma solução fácil para problemas complexos", explicou. "Enxergamos a autoestima como algo que pode curar todos os males sociais, desde a gravidez na adolescência até a violência. As pessoas acham que, se as pessoas se sentirem bem em relação a elas mesmas, essas coisas não acontecerão."
Os estudantes atribuíram escores às atividades com base em quanto gostam delas e quanto as desejavam. Os resultados mostraram que eles gostam de atividades prazerosas mais do que as desejam, o que é saudável, segundo Bushman. Mas a diferença entre gostar de autoestima e desejá-la foi a menor. "A distinção entre gostar e desejar ocupa um lugar importante em pesquisas sobre dependência", disse Scott Moeller, do Laboratório Nacional Brookhaven e coautor do estudo. "Mas pensamos que ela também tem grande potencial para ser útil para outras áreas da psicologia." Bushman acrescentou que a linha que separa autoestima de narcisismo é tênue. Autoestima exagerada se converte em narcisismo.
(Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4884359-EI8147,00-Jovens+preferem+elogios+a+sexo+diz+estudo.html)