terça-feira, 23 de novembro de 2010

CUIDANDO DO MEU PEQUENO JARDIM - Rodrigo Soucedo

Quero convidá-lo, querido amigo, a cuidar de um pequeno Jardim.
Neste jardim, há flores das mais diversas espécies, cada detalhe, fora pensado e planejado, com eficiência, levou tempo, perfeições tais para o mais delicado encaixe da abelha ao coletar seu doce mel; suas cores são tantas, e tantas e tantas, que podíamos juntar todos os designers, estilistas, e demais, que jamais alcançaríamos tal plantel de tonalidades; e seus aromas, há suas suaves fragrâncias, que perfumam o coração enamorado do mais distinto poeta, fazendo que as suas palavras tornem-se vida, e sejam eternizadas em livros empoeirados em estantes escolares.
Neste jardim, a todo tipo de animais, dos mínimos, aqueles que precisamos de muitas lentes de aumento para enxergá-los, até os maiores, que quando vemos, nos assustamos, e a linha de criação de todos estes animais é a mesma, é incrível, que todos por mais que vivam, na água, no céu, na terra, comam folha, comam carne, tenham penas, pelo, todos eles partem do mesmo principio de vida, todos partem do mesmo principio de vida, todos partem do mesmo principio de criação, sendo assim todos também partem do mesmo principio para sua aniquilação.
Neste jardim, a um jardineiro, colocado pelo Dono desta imensa área, para desfrutar de tudo, apreciar, o melhor de cada detalhe que há em cada canto, desta propriedade, todavia, desfrutar não é levar a escassez, usar e colocar fora, simplesmente usufruir para nosso o seu bem estar. Sem perceber ao construímos nosso bem estar estamos destruindo o de outros.
Quantos mares azuis ainda hão de receber rios de negros, por conta de nossa evolução? E Quantas árvores cairão, para que os límpidos papéis não faltem aos escritórios? É necessário refletir. É necessário tomarmos conta deste jardim, que apenar de ser batizado por “Meio” Ambiente, não precisamos, viver nele pela metade.
“A natureza criada aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados. Pois ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto”
Seminarista Rodrigo Soucedo, para o programa CONTEXTO
O texto acima foi elaborado para produção de um programa de Rádio, que se chama: "CONTEXTO, Opinião acerca de temas atuais à luz da Palavra de Deus"

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